Pages

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Borboletas ao alento.



E que vontade do teu abraço, 
reconfortante sem igual.
Vontade desse teu amor carinhoso, 
que me deixa nas nuvens.
To carente dos teus olhos negros, 
teu sorriso espontaneo 
e daquele que só você sabe, 
o qual faz sorrir meu coração.
To carente do teu olhar,
bem tímido que me hipinotisa.
Ai que saudade da tua manha 
me pedindo pra esquecer o tempo.
To feito sertão pedindo chuva. 
Chuva de amor pra esquentar 
a minha vida que segui sem teu afago.
Carrego esse coração apaixonado,
cheios de palavras doces 
e carinho acumulado. 
Sigo suspirando sentimento,
borboletas ao alento,
sem você pra amar.

Laise Couto. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário