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quarta-feira, 1 de junho de 2011


"O começo não importa pra mim, ele apareceu, me distraiu, me divertiu, e me acompanhou. A gente se entende, com uma química inexplicável, de ações esperadas, compreendendo os defeitos. Ele me conta romance, presente ou vivido e a gente troca novidades, com olhar de saudade. Ele ri quando eu digo bobagens, olho pra ele e sei que ele não entende, mas pelo menos não vai embora como os outros. Ele me responde confuso e é minha fez de dar risadas. É uma amizade íntima, de entendimento no olhar. Não temos ciúmes e nem posse, porque somos pra sempre. Ainda que ele case, more do outro lado do mundo, somos pra sempre, de uma forma que ninguém imagina com esse sentimento que ninguém conhece, sentimento que nós inventamos. Ele conta do filme que viu ou vai ver, e eu do livro que to pra ler, entre conversas  eu tenho a certeza que seremos os mesmos há mil anos. Contar é sempre pressa de acabar. Todo amor vai vim sempre com alguma lembrança esquisita, e com ele eu lembro e acho engraçado, ate mesmo no silêncio estamos conectados.  Meu melhor amigo é meu amor mais amigo. Pode estar distante porem sempre próximo do meu coração. Ele sempre volta, e meu coração fica calmo. E sempre acabamos suspirando aliviados "alguém é bobo como eu" e mais uma vez rimos da mais estranha história que alguém já contou, história essa que somos protagonistas."

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